Embora verba esteja aumentando, Lua foi deixada de lado. Foco está em satélites comerciais.

A Alemanha pretende aumentar o investimento público em ciência e tecnologia espaciais dos atuais € 1,2 bilhões por ano para € 1,4 bi em 2014, mas abandonou suas inspirações lunares.

Em sua nova estratégia espacial, divulgada ontem (30/11/2010), o governo reconhece a crescente importância econômica de tecnologias espaciais aplicadas. As futuras atividades espaciais alemãs irão se focar em satélites de comunicação, navegação e monitoração ambiental comercialmente exploráveis, disse Rainer Brüderle, ministro da economia.

Por razões de custo, não haverá missões espaciais científicas (incluindo lunares e interplanetárias) nacionais. Ao invés disso, a Alemanha contribuirá com espaçonaves e lançamentos europeus e planeja participar de futuras missões espaciais científicas dos EUA e Japão.

Atualmente, o país contribui com € 637 milhões por ano para o orçamento da Agência Espacial Europeia (ESA).

projetos espaciais bilaterais incluem uma missão de ciências climáticas franco-alemã marcada para ser lançada em 2014: MERLIN (Methane Remote Sensing Lidar Mission) mapeará as concentrações de metano na atmosfera ao redor do globo.

 

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