Comentários em post sobre Homem-Mariposa revelam possíveis casos no Brasil. Relatos incluem traumas, desaparecimentos e impacto com veículo.

Olá, tudo bem? Antes de entrar no assunto principal deste texto, gostaria de lembrar que recentemente fiz um Hangout de mais de duas horas abordando a corrida espacial e você pode assistí-lo aqui.

Anos atrás, publiquei um post extenso sobre o Homem-Mariposa, uma estranha criatura alada vista em muitos lugares e cujos avistamentos mais famosos ocorreram nos anos 60 nos Estados Unidos. Neste post, há alguns comentários nos quais as pessoas falam de casos semelhantes dos quais ouviram falar antes. Você pode acessar o post e os comentários para mais detalhes, mas listei dois trechos.

"A esposa do meu tio, quando criança, conheceu uma senhora que havia ficado desequilibrada e sem voz durante muito tempo depois de ter visto um estranho homem alado logo acima de sua casa, em um sítio em São Benedito, interior do Ceará. Ela estavam dentro de casa quando ouviu um som muito alto, e então abriu a porta, pois o som parecia próximo. Foi nesse momento em que ela olhou para cima pois o som vinha de lá e o ser aterrador estava a poucos metros acima da casa."

– Ceumar Musmanno, 14/05/2012

Houve um profundo trauma da testemunha, como em muitos casos pesquisados do Homem-Mariposa. Outro comentário menciona desaparecimentos em um seminário em Passo Fundo, RS.

"[…] Meu pai sempre […] nos contava que quando ele conheceu minha mãe no R.S. CIDADE DE PASSO FUNDO, no ano de 1965, eles estavam passeando a noite em uma longa estrada que avia árvores dos dois lados da rua ela era comprida e dava nos fundos de um seminário de padres, era umas 22:00h quando de repente se ouviu um barulho muito grande e um pássaro passou por cima deles era tão grande e assustador que as asas bateram entre as árvores da rua, meu pai contava como se fosse ou melhor como se havia se passado somente alguns dias do ocorrido, saia lágrimas dos seus olhos era tão real, mas eu só tinha uns cinco anos quando eu lembro de ouvir pela primeira vez, agora eu tenho 39 anos foi no ano de 1965 a data em que ele e minha mãe havistaram a tal criatura, meu pai ja faz um ano que é falecido mas a minha mãe ainda vive e hoje mesmo ela me relatou a mesma história que eu ouvi por muitos e muitos anos, Os dois contavam a mesma coisa, e falaram que a criatura foi batendo as asas e gritando muito forte, eles viram os seus olhos quando ele passou por cima deles, eram vermelhos muito grandes, meu pai sempre falou que achava que havia algo de errado no ceminario dos padres pois alguns jovens do interior iam parar no seminario para estudar pois no campo o estudo era muito pouco, meu pai trabalhou alguns meses de pedreiro neste colégio, e sumia rapazes, o diretor da escola nunca contou para a policia dos desaparecimentos, as famílias muitas vezes nunca procurava saber se os filhos estavam bem, na quele tempo quase todos eram muito pobres e analfabetos e para as famílias que procuravam por meio de cartas ou de viajantes que passavam pela cidade percorriam a escola e era falado que tal jovem havia fugido da escola, mas meu pai sabia que não era verdade, um dia antes ele havia visto um jovem assustado que ajudava ele com as pedras e outros serviços, ele contava que o pobre rapaz falava que seu companheiro de quarto havia sido chamado pelo demonio de asas e que saiu a noite para o patio da escola e não voltou mais, ele sabia que um dia seria levado também, ESTE JOVEM DESAPARECEU no dia seguinte do havistamento do homem-pássaro meu pai foi embora deste colégio, pois não conseguiu ficar ali sabendo de tudo, a policia que na época era muito lenta sabia das conversas e algumas fofocas, mas nunca fez nada para procurar os jovens, eu nunca mostrei o filme ["A Última Profecia", 2002] para o meu pai, mas mostrei para a minha mãe e ela chorou pois foi o mesmo homem – pássaro de olhos vermelhos que ela viu"

– Marisa, 07/09/2012

Semana passada, um comentário me chamou a atenção de forma especial. A suposta criatura teria deixado evidências físicas – ao ter se chocado contra um veículo.

"No ano de 2000 estava em casa por volta das 10 horas da noite em Vila Valqueire(RJ) quando o telefone tocou, era o meu irmão dizendo que nosso primo havia sofrido um acidente e se encontrava detido num posto da Polícia Militar na Barra da Tijuca, em frente ao Barrashoping . Partimos então e quando lá chegamos, vimos o carro dele totalmente destruído para-brisa quebrado , faróis e setas quebrados e um grande amassado no capot. Imediatamente pensamos que ele havia atropelado alguém ou algum animal de porte grande. Ao indagá-lo ele nos relatou que após sair da Cidade de Deus e entrar na Avenida Airton Sena, num trecho mais desabitado, ná epoca com bastante vegetação, de repente na frente do carro, apareceu um ser todo negro de asas o qual chocou-se contra o carro. Aturdido, sem saber exatamente o que tinha acontecido, dirigiu até o posto da polícia mais próximo, pois inicialmente seu destino seria pegar sua namorada no Barrashopping. Desta feita, os policiais acreditavam como nós que ele havia atropelado alguém e sugeriram que ele e nós os acompanhassem dentro da viatura para refazer o trajeto afim de verificar algum indício de atropelamento até mesmo de animais. Sendo que nós já havíamos passado pelo trajeto feito pelo nosso primo e estava tudo normal. Seguimos então com os policiais que minuciosamente procuraram na pista e fora dele algum indício de atropelamento. Nada foi encontrado e meu primo foi liberado insistindo nessa história. Fato é que meu primo nunca ingeriu bebida alcoólica ou mesmo drogas. Ele estava normal porém atônito diante de um fato totalmente inusitado que para todos, menos para mim não passou de um delírio momentâneo."

– Fernando Vieira, 09/10/2013

 

"[…] Meu primo faleceu […] em 28 de julho de 2001,na plenitude dos seus 28 anos em virtude da síndrome de Guillan-Barré. Para uma pessoa saudável que nunca teve doença alguma, nem mesmo resfriado, sua morte foi terrível e inusitada para todos que o amavam. Com relação as informações que ele poderia lhe passar, lhe garanto que em virtude do meu interesse pelo assunto na época fui bastante criterioso com relação ao fato e posso lhe garantir que o que ele sempre relatou é que um ser de preto com asas chocou-se contra seu carro. Recordo-me perfeitamente dele me falando que viu o ser com as asas abertas fato que lhe obstruiu totalmente a visão da pista e em seguida a batida, tudo transcorreu mais ou menos em 3 segundos. Posso acrescentar que eram asas sem penas , tipo de morcego, isso ele me disse. Também posso acrescentar que o carro foi praticamente perda total, o qual logo após a esse evento foi vendido. Além do mais ele era cético, e assim sendo convivendo com ele desde o seu nascimento, tenho a plena certeza que ele não iria se expor contando essa história, inclusive para os policiais, podendo mais tarde , depois da poeira baixar , ser ridicularizado por algo que ele não tivesse a plena certeza que havia visto. Outro detalhe é que havia um registro policial, e muito embora a Polícia o tivesse liberado, ficamos atentos e ainda preocupados pois alguém poderia dar queixa sobre atropelamento ou mesmo morte (pessoa ou animal), mas nenhuma notícia relacionada a esse episódio foi divulgada nos dias que se seguiram. O evento ocorreu no meio da semana entre os meses de abril e junho de 2000, entre 21:40 e 21:50, recebi a ligação por volta das 22:10 h, chegamos ao local por volta das 22:40 h. O horário ficou mais fácil de lembrar pois meu primo iria buscar como de costume sua namorada que trabalhava no Barrashopping e o mesmo fecha as suas lojas as 22:00 h."

– Fernando Vieira, 10/10/2013

Nos comentários, as pessoas também dizem que não devemos ter medo ou vergonha de compartilhar as histórias que ouvimos… Se você tem alguma história incomum – como geralmente nossos avós nos contam – e se sentir a vontade em falar a respeito, por favor, faça-o. Isso também encorajará outras pessoas.

Abraços! Watch the Skyes!

"Tudo, aliás, é a ponta de um mistério, inclusive os fatos. Ou a ausência deles. Duvida? Quando nada acontece há um milagre que não estamos vendo."

– Guimarães Rosa (1908 – 1967), escritor, médico e diplomata brasileiro

Eduardo Oliveira,
editor

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